segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Sem chão...


Por mais forças que tenha
Sou quase sempre posta à prova
Não sei a razão desta turbulencia
Que abala toda a minha consciência!

Há um nó na garganta
Um sufoco cá dentro
Uma voz de revolta
Que me queima por dentro!

Tudo parece perdido
Sinto-me sem chão
Vagueio por essas ruas
À procura de uma solução!

Nada parece dar certo
Há sempre algo a rebocar-me
Quero tanto libertar-me
E encontrar o caminho correcto!

Não sei mais que fazer
As minhas crenças esgotam
Queria tanto compreender
De onde as más energias brotam!

Nunca fiz mal a ninguém
Sou amiga do meu amigo
Não guardo raiva nem rancor
Queria apenas ter a paz comigo!


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