quinta-feira, 18 de abril de 2013

Aplausos a uma boa medida do Govern




Foi com satisfação que tomei conhecimento das novas regras aplicadas pelo Governo aos beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). O anúncio foi feito pela voz do ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, abrange todos aqueles que tenham entre os 16 e os 60 anos de idade - cerca de 50 mil pessoas - que serão obrigadas a procurar trabalho, fazer formação profissional e desempenhar tarefas comunitárias. Neste último capítulo terão de cumprir 15 horas semanais de atividade em instituições sociais ou autarquias para manterem o direito ao subsídio. Às crianças será exigido que frequentem o ensino obrigatório e que estejam vacinadas. “O Rendimento Social de Inserção é um direito mas também tem de atribuir deveres. Vai passar a ser um contrato estabelecido com o próprio Estado, que paga uma prestação mas quem beneficia dela terá obrigações” sustentou Pedro Mota Soares aquando da divulgação das novas alterações à lei, que permitirão uma poupança a rondar os 70 mil euros.
Em breve será também publicado o diploma para serem estabelecidos protocolos com as câmaras municipais, juntas de freguesia e instituições sociais, sendo certo que quem tiver algum tipo de dificuldade, uma deficiência ou pela idade, não tendo, por isso, capacidade para o trabalho, será excluído destas novas exigências.
Aplaudo de pé todas estas mudanças porque na maior parte dos casos, os beneficiários, bem capacitados para trabalharem, ficam acomodados ao valor que recebem mensalmente, sem mais nada fazerem e sem qualquer iniciativa própria para fazer algo útil por eles ou pela sociedade. Como aquele dinheiro está garantido, não têm capacidade de iniciativa para darem uma reviravolta à sua vida e cruzam os braços à sombra da bananeira. O que não sabem, ou não querem saber, é que mesmo em tempo de dificuldades, com luta e forte determinação consegue-se superar, aos poucos, os obstáculos e triunfar. Basta refletir nestas palavras de Benjamim Franklin, estadista e cientista, um dos fundadores dos EUA. “O homem que faz coisas comete erros, mas ele nunca comete o maior erro de todos - não fazer nada”.

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