Bem-vindos ao meu cantinho dedicado a tudo aquilo que faz parte da nossa vida. Um mundo por descobrir com a certeza de que a busca é infinita.
terça-feira, 26 de junho de 2018
A lição do bambu chinês
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu. Mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.
Um escritor americano escreveu:
“Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês”: você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava.
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos. Especialmente no nosso trabalho, que é sempre um grande projeto em nossas vidas. Tenha sempre dois hábitos: Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos! É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.
Linda História Chinesa
Uma velha senhora chinesa possuía dois grandes vasos,
cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.
Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito.
Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada da torrente até a casa, enquanto aquele rachado chegava meio vazio.
Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que chegava em casa com somente um vaso e meio de água.
Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.
Depois de dois anos, refletindo sobre a própria amarga derrota, falou com a senhora durante o caminho:
'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho me faz perder metade da água durante o caminho até a sua casa...'
A velhinha sorriu:
'Você reparou que lindas flores tem somente do teu lado do caminho?
Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado e todo dia, enquanto a gente voltava, tu as regavas.
Por dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa.
Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa.
Cada um de nós tem o próprio específico defeito.
Mas o defeito que cada um de nós tem é que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante.
É preciso aceitar cada um pelo que é e descobrir o que tem de bom nele.'
quarta-feira, 7 de março de 2018
A PAZ PERFEITA
Houve um reino que ofereceu um grande prémio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou.
A primeira era um lago muito tranqüilo, este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos que olhavam para essa pintura viam refletida uma paz muito grande.
A segunda pintura tinha também montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo, parecia descer uma turbulenta torrente de água. Tudo isso se revelava nada pacífico.
Quando se observava atentamente atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Nesse arbusto encontrava-se um ninho. E ali, no meio do ruído e da violência da cena, estava um passarinho sentado no seu ninho. Essa foi a pintura escolhida pelo rei que explicou:
“Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. Paz significa que, apesar de estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos em nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz, a PAZ PERFEITA”.
terça-feira, 6 de março de 2018
O melhor e o pior na red carpet - Óscares 2018
A cerimónia de entrega dos óscares é, para muitos, o acontecimento mais esperado do ano, não só pelas distinções dos filmes nomeados em diversas categorias, a juntar aos actores, actrizes e demais intervenientes no panorama cinematográfico, mas sobretudo pelo desfilar das vestimentas na red carpet. Flashes e mais flashes são disparados num encontro de glamour, brilho, ousadia, encanto. Um mundo de fantasia capaz de nos fazer sonhar com vestidos lindíssimos, só que o bom gosto nem sempre impera e algumas indumentárias são mesmo capazes de nos levar a dar um grito ou abrir a boca de espanto.
Na comemoração dos 90 anos da estatueta dourada a aposta foi para cores vibrantes, como o vermelho e amarelo, sem esquecer os brilhos, e onde não faltaram os clássicos preto e branco. Algumas apostas não foram as melhores, causando estranheza entre os presentes e na imprensa internacional.
De seguida ficam os melhores e piores looks da noite, isto de acordo com a minha opinião e consequente sentido de estética.
NO TOP
OS PIORES
domingo, 29 de outubro de 2017
Pé de Chumbo - um desfiar de elegância e subtileza
Uma marca de roupa feminina da minha terra natal (Guimarães) que me deixou totalmente fascinada quando assisti, no Portugal Fashion, ao desfile da nova colecção Primavera/Verão 2018. Falo da Pe de Chumbo, da conceituada estilista Alexandra Oliveira, que se destaca pela subtileza com que trabalha matérias primas delicadas, sofisticadas, como se estivesse a desenvolver uma peça artesanal única e deslumbrante. Um entrelaçar de fios, cores e brilhos sao a imagem de marca que retive, capaz de realçar a beleza e elegância de cada mulher. Acho os modelos fantásticos num estilo inovador.
Tecidos leves, fluidos, com as tao afamadas e arrojadas transparências cativam o olhar entre cores sóbrias e outras mais vibrantes. O conforto nao foi esquecido, a par da irreverencia em vestidos que marcam a figura feminina e parecem flutuar como uma pena. Um desfiar de imagens que vou partilhar convosco (retiradas do site da Vogue Portugal) falam por si. Deliciem se.
Um pouco da historia desta marca vimaranense espalhada pelos cinco continentes (retirada do site oficial do Portugal Fashion)
[A Pé de Chumbo é uma marca de autor criada pela designer Alexandra Oliveira logo após a sua formação e cujo significado se atribui a um nickname da sua adolescência. Situada em Guimarães, a Pé de Chumbo elabora coleções para senhora há alguns anos. A matriz distintiva é o desenvolvimento dos tecidos que utiliza nas suas criações, num processo que junta conceitos artesanais com a pesquisa de novas soluções de aplicação.
Desde 2007 que participa em feiras de moda internacionais quando fez a sua estreia na SIMM, Madrid. Seguiu-se Paris na WHO'S NEXT, onde continua a expor, angariando novos clientes e mantendo outros desde essa data. Surgem outras feiras, noutros mercados: CPD em Düsseldorf; MIPAP em Milão; SCOOP e PURE LONDON em Londres; COTERIE e EDIT em Nova Iorque; TOKYO FASHION em Tóquio; TRANOI em Paris. Analisadas estas experiências, surge a seleção das exposições mais indicadas para o seu segmento de mercado e conceito da marca: TRANOI e WHO'S NEXT em Paris e a EDIT em Nova Iorque.
Em Itália, após a primeira apresentação em Milão, foi convidada a integrar o grupo de marcas presentes no ELISA GAITO, um dos showrooms mais conceituados daquele país e presente na semana de moda de Milão. A Pé de Chumbo mantém a sua presença neste conceituado certame há quatro estações, melhorando sempre os resultados e fidelizando clientes.
Ao lado de grandes marcas e costureiros, a Pé de Chumbo está atualmente presente em mais de 100 lojas, dispersas por vinte e cinco países nos cinco continentes. Itália e EUA são as nações onde a marca possui mais pontos de venda e a Turquia é o seu maior cliente]
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Fazer o que se gosta é uma dádiva
A minha experiência de vida permite me afirmar que uma das velhas máximas não podia ser mais certeira: Fazer o que se gosta é uma dádiva. Ti...

















































