terça-feira, 6 de março de 2018

O melhor e o pior na red carpet - Óscares 2018

A cerimónia de entrega dos óscares é, para muitos, o acontecimento mais esperado do ano, não só pelas distinções dos filmes nomeados em diversas categorias, a juntar aos actores, actrizes e demais intervenientes no panorama cinematográfico, mas sobretudo pelo desfilar das vestimentas na red carpet. Flashes e mais flashes são disparados num encontro de glamour, brilho, ousadia, encanto. Um mundo de fantasia capaz de nos fazer sonhar com vestidos lindíssimos, só que o bom gosto nem sempre impera e algumas indumentárias são mesmo capazes de nos levar a dar um grito ou abrir a boca de espanto. 
Na comemoração dos 90 anos da estatueta dourada a aposta foi para cores vibrantes, como o vermelho e amarelo, sem esquecer os brilhos, e onde não faltaram os clássicos preto e branco. Algumas apostas não foram as melhores, causando estranheza entre os presentes e na imprensa internacional.

De seguida ficam os melhores e piores looks da noite, isto de acordo com a minha opinião e consequente sentido de estética.

NO TOP



















OS PIORES






















domingo, 29 de outubro de 2017

Pé de Chumbo - um desfiar de elegância e subtileza





Uma marca de roupa feminina da minha terra natal (Guimarães) que me deixou totalmente fascinada quando assisti, no Portugal Fashion, ao desfile da nova colecção Primavera/Verão 2018. Falo da Pe de Chumbo, da conceituada estilista Alexandra Oliveira, que se destaca pela subtileza com que trabalha matérias primas delicadas, sofisticadas, como se estivesse a desenvolver uma peça artesanal única e deslumbrante. Um entrelaçar de fios, cores e brilhos sao a imagem de marca que retive, capaz de realçar a beleza e elegância de cada mulher. Acho os modelos fantásticos num estilo inovador.


Tecidos leves, fluidos, com as tao afamadas e arrojadas transparências cativam o olhar entre cores sóbrias e outras mais vibrantes. O conforto nao foi esquecido, a par da irreverencia em vestidos que marcam a figura feminina e parecem flutuar como uma pena. Um desfiar de imagens que vou partilhar convosco (retiradas do site da Vogue Portugal) falam por si. Deliciem se.



























Um pouco da historia desta marca vimaranense espalhada pelos cinco continentes (retirada do site oficial do Portugal Fashion)





[A Pé de Chumbo é uma marca de autor criada pela designer Alexandra Oliveira logo após a sua formação e cujo significado se atribui a um nickname da sua adolescência. Situada em Guimarães, a Pé de Chumbo elabora coleções para senhora há alguns anos. A matriz distintiva é o desenvolvimento dos tecidos que utiliza nas suas criações, num processo que junta conceitos artesanais com a pesquisa de novas soluções de aplicação.






Desde 2007 que participa em feiras de moda internacionais quando fez a sua estreia na SIMM, Madrid. Seguiu-se Paris na WHO'S NEXT, onde continua a expor, angariando novos clientes e mantendo outros desde essa data. Surgem outras feiras, noutros mercados: CPD em Düsseldorf; MIPAP em Milão; SCOOP e PURE LONDON em Londres; COTERIE e EDIT em Nova Iorque; TOKYO FASHION em Tóquio; TRANOI em Paris. Analisadas estas experiências, surge a seleção das exposições mais indicadas para o seu segmento de mercado e conceito da marca: TRANOI e WHO'S NEXT em Paris e a EDIT em Nova Iorque.






Em Itália, após a primeira apresentação em Milão, foi convidada a integrar o grupo de marcas presentes no ELISA GAITO, um dos showrooms mais conceituados daquele país e presente na semana de moda de Milão. A Pé de Chumbo mantém a sua presença neste conceituado certame há quatro estações, melhorando sempre os resultados e fidelizando clientes.






Ao lado de grandes marcas e costureiros, a Pé de Chumbo está atualmente presente em mais de 100 lojas, dispersas por vinte e cinco países nos cinco continentes. Itália e EUA são as nações onde a marca possui mais pontos de venda e a Turquia é o seu maior cliente]

terça-feira, 24 de outubro de 2017

E se as tuas preocupações fossem como uma mão cheia de sal?

Porque para todos os problemas há sempre uma solução e o segredo é não desesperar mas sim agir, com fé e esperança, vou partilhar convosco uma história inspiradora, que já me ajudou imensas vezes:





Um dia, o Mestre ao ver que o seu jovem aprendiz se encontrava num estado de profunda tristeza, pediu-lhe que que colocasse uma mão cheia de sal num copo com água e a bebesse.
-Como te sabe? – Perguntou o Mestre.
-Muito mal! – Disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que agarrasse agora as duas mãos cheias de sal e levou-o para perto de um lago.
Os dois caminharam em silêncio, e que ando chegaram, disse ao aprendiz para atirar o sal para o lago. Então, o velho Mestre disse:
-Bebe um pouco dessa água’.
Enquanto a água escorria pelo queixo do jovem, o Mestre perguntou:
-Como te sabe?
-Muito bem! – Disse o aprendiz.
-Sentes o gosto do sal? – Perguntou o Mestre.
-Não!- disse o jovem.
O Mestre sentou-se ao lado do seu jovem aprendiz, agarrou a sua mão com força e disse:
-A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando sentires dor, a única coisa que deves fazer é aumentar o sentido de tudo aquilo que está à tua volta: Dá mais valor ao que tens do que ao que perdeste.
Por outras palavras: Deixa de ser um copo e torna-te um Lago!



sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Suspiros...



No silêncio da noite

a alma fica em paz

os olhos se fecham

cansados do tanto faz.


O pensamento viaja

sem destino traçado

tudo surge ao acaso

nada está marcado.


Sentada no jardim

aprecio o intenso luar

peço a luz divina

força para lutar


Nesta selva diária

o silêncio é letal

mas a única solução

para lidar com o mal


Todos se comem vivos

arrotando santidade

são seres moribundos

veneram a vaidade


Na pele de um cordeiro

disfarçam a sua verdade

mostram o que não são

descobre se a falsidade


Há os justos e corretos

que ainda estendem a mão

esses temos de conservar

com a força do coração


Susana Cardoso

20 de outubro de 2016

Fazer o que se gosta é uma dádiva

A minha experiência de vida permite me afirmar que uma das velhas máximas não podia ser mais certeira: Fazer o que se gosta é uma dádiva. Ti...