Bem-vindos ao meu cantinho dedicado a tudo aquilo que faz parte da nossa vida. Um mundo por descobrir com a certeza de que a busca é infinita.
domingo, 11 de setembro de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
Alma lusitana agigantou-se em França
O dia 10 de julho ficará marcado a letras douradas na
memória de cada português pelo título de Campeão Europeu em futebol conquistado
em França, e frente à equipa anfitriã. Os emigrantes explodiram de alegria, a
alma lusitana agigantou-se pelos cinco continentes e os heróis de Paris foram
recebidos por um banho de multidão em Lisboa, tendo direito às merecidas honras
de Estado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
O verde e
vermelho pintou todas as cidades, a “Portuguesa” foi entoada a plenos pulmões,
e, por momentos, talvez tenha sido este o primeiro passo para deixarmos de lado
a mentalidade dos “coitadinhos e pequeninos”. Quando queremos, tal como ficou
demonstrado no tempo dos Descobrimentos e numa Revolução sem o recurso a armas
que nos devolveu a liberdade, vamos à luta com toda a determinação, o sangue
fervilha e mostramos toda a nossa raça e fibra.
Somos muito mais do que um
pequeno país à beira-mar plantado, com 11 milhões de habitantes. Somos uma
nação valente e imortal, espalhada pelos quatro cantos do mundo e temos de, uma
vez por todas, ter mais orgulho nas nossas raízes e acreditar que somos tão
bons ou melhores do que os outros.
Este troféu trazido de terras gaulesas foi inédito para o
nosso país, almejado há décadas mas que só, agora, pela perseverança, fé e
capacidade de sonhar bem alto do Selecionador Nacional, Fernando Santos foi
possível de trazer para casa. Muito se riram quando antes do início do Euro’2016
afirmou com grande convicção de que só regressaria a Portugal a 11 de julho e
com o caneco na mão. Fez a promessa e cumpriu-a, galvanizando, deste modo, um
grupo de jogadores motivados, coesos e com grande sentido de coletivo, tal como
se viu desde o princípio até ao fim.
O capitão Cristiano Ronaldo transcendeu-se
a todos os níveis e mesmo depois do infortúnio de se ter lesionado no jogo da
final, ajudou a comandar as tropas lado a lado com o Selecionador, mostrando-se
um verdadeiro líder.
Com uma mentalidade forte todos os internacionais foram
capazes de responder, em campo, às críticas destrutivas e sem qualquer sentido
lançadas, sobretudo, pela imprensa francesa e no jogo da final, precisamente
diante da França, foi quebrado um longo enguiço com aquele magnífico golo
tirado da cartola por Éder, o “patinho feio da seleção” que deu uma bofetada de
luva branca a muitos treinadores de bancada.
Desde a luva cor-de-rosa de Rui
Patrício a defender aquela grande penalidade, aos dois golos decisivos de
Ricardo Quaresma, sem esquecer as grandes exibições de Nani, Pepe, Renato
Sanchez, Rafael Guerreiro, José Fonte, todos foram determinantes para esta
conquista que ficará imortalizada nos compêndios da história.
Mais uma vez fomos conquistadores, desbravamos mares
desconhecidos, ultrapassamos todos os obstáculos e tivemos connosco uma força
extra: jogámos “em casa” com o apoio dos nossos emigrantes e, desde o Brasil,
passando por Timor, Moçambique, Malásia, Goa, Dili, Austrália, Canadá, e muitos
mais países, todos elevaram bem alto o esplendor de Portugal!
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Minha entrevista dada ao blog da Joana Veríssimo...foi um prazer e agradeço a oportunidade...visitem o blog desta menina, vale a pena!
À CONVERSA COM... #41
18:11
Em Contraluz é o blog da Susana Cardoso, e fala-nos de diversas temáticas.
Como surgiu a ideia de criar um blog?
A escrita para mim é uma espécie de terapia. Foi a forma que encontrei para expressar tudo o que me vai na alma e daí a ideia de criar um blog, no qual abordo diversas temáticas, porque tal como na vida, há sempre espaço para tudo. Adoro escrever, receber o feedback dos meus seguidores a cada post que escrevo, e, aliás, não é à toa que me formei em jornalismo. Este bichinho nasceu comigo e ao transmitir tudo aquilo que sinto e penso espero também conseguir ajudar os outros. Muitas pessoas dizem-me que se identificam muito com aquilo que escrevo, o que me deixa super feliz.
Porquê “Em contraluz”?
O nome do blog está relacionado com a minha forma de encarar a vida. Nem sempre o sol brilha, nem sempre chove. Há dias mais brilhantes, outros mais cinzentos. Em contraluz significa essa mesma complexidade àquilo a que chamamos de vida. Eu até prefiro chamar caminho, com várias direções a seguir e tudo está nas nossas mãos.
Há quanto tempo tens o blog?
Tenho o blog há mais de cinco anos. Durante um tempo não estive tão ativa, por problemas pessoais, mas de há três anos a esta parte que o atualizo quase diariamente.
Que temas abordas?
Abordo diversas temáticas. Como me considero uma pessoa multifacetada tento transmitir isso mesmo para o meu blog. Tanto faço reviews de produtos que me ofereceram ou que comprei, como escrevo um desabafo ou um poema, algo que sinto naquele momento. Falo também de novos produtos e tendências do mercado, relacionadas com moda, cosméticos, dicas úteis, tudo aquilo que eu acho interessante para os meus quase 850 seguidores. No fundo, é um prazer ter este contacto virtual com as pessoas. Uma coisa que me pedem muito é para fazer reviews sobre livros, esta é outra das minhas paixões, e tenho-me dedicado a isso com muita paixão.
Qual o tema que privilegias e porquê?
Como são tantos os temas que abordo é complicado colocar um no topo mas talvez escolhesse a review sobre produtos de beleza. É uma matéria que cativa muito porque dá a oportunidade às pessoas de conhecerem novos produtos e saberem qual a minha opinião sobre o mesmo depois de o utilizar.
Tens alguma rubrica constante no blog?
Sim. Como já referi anteriormente adoro escrever, prosa e poesia, e tenho uma rubrica que intitulei de “desabafos”. Trata-se de explorar tudo aquilo que estou a vivenciar em determinado momento, tanto a nível pessoal como profissional. Sou uma pessoa muito sensível, muito ligada aos outros e para mim o sentir é mais importante do que ter. Por isso, tudo o que vai cá dentro passa para o papel. Dou a minha opinião sobre tudo o que achar pertinente ou então se estiver num dia mais cinzento é uma forma de terapia.
Tens alguma parceria? Se sim, com que entidade(s)?
Neste momento não tenho nenhuma parceria mas já fui embaixadora da “Perfumes e Cosméticos” (venda de produtos de beleza das mais conceituadas marcas nacionais e estrangeiras) e da “Malas e Caprichos” (uma loja virtual onde se podem adquirir todos os acessórios de moda).
Como promoves o teu blog? (Quais as redes sociais a que aderiste em nome do blog, onde partilhas os teus posts, etc)
Promovo o meu blog através de uma página de artesanato que tenho no facebook (sim também faço artesanato, desde bijuterias, passando por quadros e trabalhos em madeira), aderi também ao google +, twitter e instangram. Alguns dos meus posts partilho também em grupos do facebook alusivos ao mundo da blogosfera.
Qual a melhor forma de manter um blog?
A melhor forma de manter um blog passa pela sinceridade, honestidade e simpatia para com quem nos segue. Temos de cativar as pessoas abordando assuntos que consideramos pertinentes e interessantes, promovo também passatempos que têm sempre um bom feedback em termos de participação. E temos de fazer por manter sempre atualizado o blog mesmo em dias em que a inspiração não esteja no seu auge.
Que conselhos dás a pessoas que estão a pensar criar um blog ou que se encontram no início desse processo?
O meu conselho é simples: façam aquilo que mais gostam, escrevam com sinceridade e sem serem forçadas a dizer algo que não queriam, nunca liguem a críticas destrutivas que só servem para tentar deitar as pessoas abaixo, promovam a divulgação do vosso espaço nas redes sociais e junto dos vossos amigos, e, acima de tudo, lembrem-se que o caminho se faz caminhando. Dedicando-se com paixão a um blog podem crescer muito e as marcas têm isso em conta quando procuram parcerias. Mesmo que ouçam alguns nãos, acreditem que vão ouvir um sim. Nunca desistam e sejam persistentes.
Por fim, o que é que ter um blog acrescenta à tua vida?
Além de ser uma excelente terapia, é uma excelente forma de conhecer pessoas, ainda que de forma virtual, partilhar experiências e conhecimentos, porque no fundo estamos sempre a aprender. Já não me via sem o meu cantinho como eu costumo chamar ao meu blog e adoro quando vejo comentários aos meus posts. É sinal de que a mensagem passou e só posso sentir-me bem comigo própria.
Gostaram de conhecer este projeto? Visitem-no e explorem-no!
terça-feira, 17 de maio de 2016
Globos de Ouro 2016 SIC/CARAS
Este ano na passerele de mais uma gala dos Globos de Ouro 2016 desfilaram várias figuras publicas, ligadas às mais diversas áreas da sociedade. Como sempre as atenções viram-se para os vestidos e entre uma vasta panóplia, para todos os gostos, podemos dizer que o balanço final foi positivo, embora alguns modelitos não me tenham agradado, mas isso, claro, tem a ver com o meu gosto pessoal.
Vamos começar pelos melhores!
Uma grande escolha! O branco fica sempre bem e este vestido é lindíssimo, complementado com os restantes acessórios.
Um look simples e que resultou na perfeição!
Adoro a cor e a estética do vestido é fantástica!
Poderia não ter aquela espécie de cauda mas de resto impecável
Com o preto nunca me comprometo... e este vestido assenta que nem uma luva
A cor é lindíssima, embora o corte na parte do peito pudesse ser diferente
Gosto da cor, e do corte do vestido. Arrojado!
Adoro esta linha de vestidos, estilo império!
Escolha simples e bem pensada
Outra cor que gosto muito... a cauda dá-lhe um toque especial
Gosto de tudo
Lindoooo este vestido...para mim um dos melhores da noite
E agora aos piores!
Péssima escolha---não só do vestido como do penteado
Tem linhas demasiado rígidas, quadradas...
Um grande vestido para a festa dos Santos Populares
Mais parece um camiseiro!
Demasiado esquisito...e aqueles bolsos enormes...
Não gostei nada deste modelito..
..
Confesso que é diferente mas não me encheu as medidas
Não desgosto do padrão floral mas o design deixa muito a desejar
Só gosto da cor...de resto, de mais nada, não assenta nada bem, aquele drapeado é demasiado
Vamos começar pelos melhores!
Um look simples e que resultou na perfeição!
Poderia não ter aquela espécie de cauda mas de resto impecável
A cor é lindíssima, embora o corte na parte do peito pudesse ser diferente
Adoro esta linha de vestidos, estilo império!
Escolha simples e bem pensada
Outra cor que gosto muito... a cauda dá-lhe um toque especial
Gosto de tudo
Lindoooo este vestido...para mim um dos melhores da noite
E agora aos piores!
Péssima escolha---não só do vestido como do penteado
Tem linhas demasiado rígidas, quadradas...
Um grande vestido para a festa dos Santos Populares
Mais parece um camiseiro!
Demasiado esquisito...e aqueles bolsos enormes...
Não gostei nada deste modelito..
..
Confesso que é diferente mas não me encheu as medidas
Não desgosto do padrão floral mas o design deixa muito a desejar
Só gosto da cor...de resto, de mais nada, não assenta nada bem, aquele drapeado é demasiado
quinta-feira, 12 de maio de 2016
A mãe de todos nós!
Hoje para mim é um dia duplamente especial. Por um lado o meu pai completa mais um aniversário e por outro é a noite da procissão de velas em honra de Nossa Senhora de Fátima. Para mim a mãe de todos nós, com a sua candura, delicadeza, beleza, pureza, amor, carinho, fraternidade.
É um dia em que me lembro da minha avó, o meu anjo da guarda, que por esta altura estava sempre no Santuário de Fátima e trazia-me sempre um miminho. Ainda hoje ando no meu carro com um terço pequenino que um dia me trouxe de mais uma peregrinação. A minha avó, minha segunda mãe, que eu amava incondicionalmente e de quem sinto tantas saudades (está no céu a olhar por nós) era uma pessoa muito devota e passou-me esse mesmo sentimento. Hoje estou em reflexão. Hoje dou graças, como o faço todos os dias. Hoje peço por todos os doentes e pessoas solitárias, que vivem em sofrimento. Hoje peço pelas crianças que possam ter um futuro risonho. Hoje peço pelas pessoas maldosas para a conversão das suas almas. Hoje peço por toda a humanidade. Faz falta mais solidariedade, fraternidade, entreajuda, compaixão pelo próximo. Hoje peço para que todos abram os seus corações e nele deixem entrar o amor de Maria, a mãe de todos nós.
Rogai por nós minha mãe.
Amém!
É um dia em que me lembro da minha avó, o meu anjo da guarda, que por esta altura estava sempre no Santuário de Fátima e trazia-me sempre um miminho. Ainda hoje ando no meu carro com um terço pequenino que um dia me trouxe de mais uma peregrinação. A minha avó, minha segunda mãe, que eu amava incondicionalmente e de quem sinto tantas saudades (está no céu a olhar por nós) era uma pessoa muito devota e passou-me esse mesmo sentimento. Hoje estou em reflexão. Hoje dou graças, como o faço todos os dias. Hoje peço por todos os doentes e pessoas solitárias, que vivem em sofrimento. Hoje peço pelas crianças que possam ter um futuro risonho. Hoje peço pelas pessoas maldosas para a conversão das suas almas. Hoje peço por toda a humanidade. Faz falta mais solidariedade, fraternidade, entreajuda, compaixão pelo próximo. Hoje peço para que todos abram os seus corações e nele deixem entrar o amor de Maria, a mãe de todos nós.
Rogai por nós minha mãe.
Amém!
Ninguém Tem Pena das Pessoas Felizes
Ninguém tem pena das pessoas felizes. Os Portugueses adoram ter angústias, inseguranças, dúvidas existenciais dilacerantes, porque é isso que funciona na nossa sociedade. As pessoas com problemas são sempre mais interessantes. Nós, os tontos, não temos interesse nenhum porque somos felizes. Somos felizes, somos tontaços, não podemos ter graça nem salvação. Muitos felizardos (a própria palavra tem um soar repelente, rimador de «javardo») vêem-se obrigados a fingir a dor que deveras não sentem, só para poderem «brincar» com os outros meninos.
É assim. Chega um infeliz ao pé de nós e diz que não sabe se há-de ir beber uma cerveja ou matar-se. E pergunta, depois de ter feito o inventário das tristezas das últimas 24 horas: «E tu? Sempre bem disposto, não?». O que é que se pode responder? Apetece mentir e dizer que nos morreu uma avó, que nos atraiçoou uma namorada, que nos atropelaram a cadelinha ali na estrada de Sines.
E, no entanto, as pessoas felizes também sofrem muito. Sofrem, sobretudo, de «culpa». Se elas estão felizes, rodeadas de pessoas tristes, é lógico que pensem que há ali qualquer coisa que não bate certo. As infelizes acusam sempre os felizes de terem a culpa. É como a polícia que vai à procura de quem roubou as jóias e chega à taberna e prende o meliante com ar mais bem disposto. Em Portugal, se alguém se mostra feliz é logo suspeito de tudo e mais alguma coisa. «Julgas que é por acaso que aquele marmanjo anda tão bem disposto?», diz o espertalhão para outro macambúzio. É normal andar muito em baixo, mas há gato se alguém andar nem que seja só um bocadinho «em cima». Pensam logo que é «em cima» de alguém.
Ser feliz no meio de muita gente infeliz é como ser muito rico no meio de um bairro-de-lata. Só sabe bem a quem for perverso.
Infelizmente, a felicidade não é contagiosa. A alegria, sim, e a boa disposição, talvez, mas a felicidade, jamais. Porque a felicidade não pode ser partilhada, não pode ser explicada, não tem propriamente razão. Não se pode rir em Portugal sem que pensem que se está a rir de alguém ou de qualquer coisa. Um sorriso que se sorria a uma pessoa desconhecida, só para desabafar, é imediatamente mal interpretado. Em Portugal, as pessoas felizes sofrem de ser confundidas com as pessoas contentes.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
É assim. Chega um infeliz ao pé de nós e diz que não sabe se há-de ir beber uma cerveja ou matar-se. E pergunta, depois de ter feito o inventário das tristezas das últimas 24 horas: «E tu? Sempre bem disposto, não?». O que é que se pode responder? Apetece mentir e dizer que nos morreu uma avó, que nos atraiçoou uma namorada, que nos atropelaram a cadelinha ali na estrada de Sines.
E, no entanto, as pessoas felizes também sofrem muito. Sofrem, sobretudo, de «culpa». Se elas estão felizes, rodeadas de pessoas tristes, é lógico que pensem que há ali qualquer coisa que não bate certo. As infelizes acusam sempre os felizes de terem a culpa. É como a polícia que vai à procura de quem roubou as jóias e chega à taberna e prende o meliante com ar mais bem disposto. Em Portugal, se alguém se mostra feliz é logo suspeito de tudo e mais alguma coisa. «Julgas que é por acaso que aquele marmanjo anda tão bem disposto?», diz o espertalhão para outro macambúzio. É normal andar muito em baixo, mas há gato se alguém andar nem que seja só um bocadinho «em cima». Pensam logo que é «em cima» de alguém.
Ser feliz no meio de muita gente infeliz é como ser muito rico no meio de um bairro-de-lata. Só sabe bem a quem for perverso.
Infelizmente, a felicidade não é contagiosa. A alegria, sim, e a boa disposição, talvez, mas a felicidade, jamais. Porque a felicidade não pode ser partilhada, não pode ser explicada, não tem propriamente razão. Não se pode rir em Portugal sem que pensem que se está a rir de alguém ou de qualquer coisa. Um sorriso que se sorria a uma pessoa desconhecida, só para desabafar, é imediatamente mal interpretado. Em Portugal, as pessoas felizes sofrem de ser confundidas com as pessoas contentes.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
Abraça a vida intensamente!
Nada pode ser pior do que desperdiçarmos cada segundo da nossa vida com meras futilidades, fazendo tempestades num copo de água, que não nos levam a lado nenhum. Apenas nos consomem por dentro, não nos deixando espaço para apreciarmos cada gesto simples do dia-a-dia. Viver o momento, o hoje, o agora é o melhor que levamos desta vida, sem nunca olhar para opiniões que em nada nos acrescentam e sem nos deixarmos envolver em lutas que não são nossas.
Vejo por aí muita gente a tomar dores de outros, muitas das vezes só para parecer bem na fotografia, quando na realidade, por dentro, até se "riem" com o mal alheio, porque para esses é a única forma que conhecem de viver, alimentando-se da desgraça alheia, o que muito me repugna, mas esta é a sociedade que temos, e contam-se pelos dedos de uma mão as pessoas que estão fora destes círculos.
Vive e deixa viver. Esse é o meu lema! Já lá vai o tempo em que ficava paralisada perante uma adversidade ou revoltada com algo que eu sabia que nada podia fazer para o evitar...aprendi que isso apenas consomia a minha energia vital...o segredo está em aproveitar a nossa luz interior e deixa-la vibrar com todo o seu esplendor, sem nunca esquecer, ao longo do caminho, de todos aqueles que estão connosco porque gostam de nós como somos e não alimentam sentimentos hediondos como a inveja, o ódio, a falsidade, a mentira, o diz que disse, a hipocrisia. Esses são raros mas quando sabemos quem são na realidade acabam por se tornar nos nossos tesouros mais preciosos.
Hoje, para ser feliz, basta acordar todos os dias e dar graças por estar vida e com saúde, sem nunca esquecer de agradecer a Deus por ter a oportunidade de me dar mais um dia para viver e de finalmente ter encontrado algo que me completa a todos os níveis e me faz sorrir porque trabalho com gosto e prazer. Receber um carinho dos meus pais e marido, dos meus animais, sentir o cheiro de uma flor, apreciar a sua beleza, brindar ao por-do-sol, ao luar, sentir a maresia, inspirar a imensidão vinda do mar....isso e muito mais, coisas simples mas que valem por tudo!
Vejo por aí muita gente a tomar dores de outros, muitas das vezes só para parecer bem na fotografia, quando na realidade, por dentro, até se "riem" com o mal alheio, porque para esses é a única forma que conhecem de viver, alimentando-se da desgraça alheia, o que muito me repugna, mas esta é a sociedade que temos, e contam-se pelos dedos de uma mão as pessoas que estão fora destes círculos.
Vive e deixa viver. Esse é o meu lema! Já lá vai o tempo em que ficava paralisada perante uma adversidade ou revoltada com algo que eu sabia que nada podia fazer para o evitar...aprendi que isso apenas consomia a minha energia vital...o segredo está em aproveitar a nossa luz interior e deixa-la vibrar com todo o seu esplendor, sem nunca esquecer, ao longo do caminho, de todos aqueles que estão connosco porque gostam de nós como somos e não alimentam sentimentos hediondos como a inveja, o ódio, a falsidade, a mentira, o diz que disse, a hipocrisia. Esses são raros mas quando sabemos quem são na realidade acabam por se tornar nos nossos tesouros mais preciosos.
Hoje, para ser feliz, basta acordar todos os dias e dar graças por estar vida e com saúde, sem nunca esquecer de agradecer a Deus por ter a oportunidade de me dar mais um dia para viver e de finalmente ter encontrado algo que me completa a todos os níveis e me faz sorrir porque trabalho com gosto e prazer. Receber um carinho dos meus pais e marido, dos meus animais, sentir o cheiro de uma flor, apreciar a sua beleza, brindar ao por-do-sol, ao luar, sentir a maresia, inspirar a imensidão vinda do mar....isso e muito mais, coisas simples mas que valem por tudo!
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Fazer o que se gosta é uma dádiva
A minha experiência de vida permite me afirmar que uma das velhas máximas não podia ser mais certeira: Fazer o que se gosta é uma dádiva. Ti...























