Bem-vindos ao meu cantinho dedicado a tudo aquilo que faz parte da nossa vida. Um mundo por descobrir com a certeza de que a busca é infinita.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Atitudes que prejudicam o nosso cabelo
Olá!
Hoje falo-vos de
atitudes que prejudicam um dos nossos bens mais preciosos: o cabelo. Sendo este
um dos melhores cartões-de-visita de uma rapariga, os seus cuidados e
preocupações devem ser constantes. E, para ser sincera, não é bonito ver um
cabelo com as pontas todas espigadas, cheio de caspa, mal lavado e seboso,
mesmo que a pessoa esteja muito bem vestida, muito bem maquilhada e com umas
unhas perfeitas. Por isso, ter um cabelo bonito é essencial para tornar uma aparência
cuidada e elegante, que, como toda a gente sabe, causa muito boa impressão numa
entrevista de emprego e mesmo no dia-a-dia laboral. No entanto, nem toda a
gente tem cuidados com o cabelo e há quem não se preocupe minimamente com ele.
Por outro lado, há quem realmente tenha todos os cuidados e goste de o arranjar
nos melhores cabeleireiros,
mas, por erros recorrentes, danificam-no e tornam-no mais oleoso, quebradiço,
embaraçado e sem vida.
Portanto, para
que isso deixe de acontecer, aqui ficam os 5 maiores erros que,
involuntariamente, podem estar a cometer com o vosso cabelo:
1.
Excesso
ou falta de lavagem
Muito se fala relativamente ao número de
lavagens que se deve dar ao cabelo. Há cabeleireiros que recomendam a lavagem
diária, outros que a recomendam dia sim, dia não, e há mesmo quem diga para a intervalar
por alguns dias. Esta pode ser uma explicação inconclusiva, por isso, o melhor
é adequar o número de lavagens ao tipo de cabelo que se tem. Por exemplo, um
cabelo oleoso deve ser lavado com muito mais frequência do que um cabelo seco,
que pode aguentar um ou dois dias. No entanto, não deixem de o lavar, se
realmente já notam que ficou sem o brilho e sem a sua macieza naturais.
Nota: nunca o
deixem chegar ao estado de grande sujidade, pois só o estraga e não é nada
bonito.
2.
Lavar
o cabelo com água muito quente
Lavar o cabelo com água muito quente é,
para muitas raparigas, algo muito agradável de se fazer nos dias mais frios,
principalmente para as mais friorentas. Mas esta acção prejudica o cabelo,
originando uma maior oleosidade e uma maior produção de sebo, provocando também
uma maior irritação no couro cabeludo.
3.
Prender
o cabelo quando está molhado
Por vezes, fazer uma bolinha com o nosso
cabelo molhado dá muito jeito quando estamos em casa e não queremos molhar a
roupa (ou se estivermos com muito frio). Mas prender o cabelo molhado é
péssimo, pois potencia a criação de caspa e de vários fungos no couro cabeludo,
já para não falar do enfraquecimento da raiz, que, consequentemente, provoca a
indesejada queda.
Nota: dormir com o cabelo molhado é outro
erro gravíssimo que podemos cometer. É certo que lavá-lo à noite é, muitas
vezes, inevitável, mas convém secá-lo antes de nos deitarmos. Isto, porque
dormir com ele molhado ou húmido é tão mau como prendê-lo neste estado. Um
couro cabeludo com fungos e caspa, para além de um fácil aparecimento de sebo, de
oleosidade e de outros problemas mais graves, são as consequências desta acção,
que parece ser totalmente inofensiva.
4.
Secar
o cabelo com o secador muito perto
Este é um dos erros
mais habituais e que muitas desconhecem. A forma correcta de secar o cabelo é
usando o secador a uma distância de, pelo menos, entre 10 a 20 centímetros,
pois uma maior proximidade pode queimar e danificar os seus fios,
enfraquecendo-os e tornando-os mais quebradiços. É preciso ter também um certo
cuidado com a temperatura, sendo que o ideal é escolher uma que não seja muito
quente.
5.
Estar
muito tempo sem cortar as pontas
Este
é o drama de quase todas as raparigas. Cortar o cabelo é uma das coisas mais
detestáveis, sobretudo quando queremos ter o nosso cabelo sempre comprido.
“Corte só as pontas, mas muito pouquinho, e mantenha o comprimento” é lei nos cabeleireiros
e, fora deles, desabafos como “a cabeleireira cortou demasiado e o que não
devia” são recorrentes. Mas a verdade é que é essencial cortar o cabelo, no
mínimo, de 3 em 3 meses (a não ser que demore demasiado tempo para crescer), a
fim de se evitar o aparecimento de pontas espigadas e fracas, que propiciam uma
maior queda, para além de um cabelo mais quebradiço, fino, sem brilho e sem
vida.
Já não há desculpas para não terem um
cabelo bonito, cheio de vida, sedoso, brilhante e com um aspecto saudável. Se
estão a cometer alguns destes erros, corrijam-nos o mais rapidamente possível,
em prol de uma aparência mais cuidada e bonita! E nunca se esqueçam que, para
além de uma boa lavagem e de uma boa secagem, o cabelo precisa de um tratamento
permanente e, acima de tudo, rigoroso. Hidratá-lo frequentemente é fundamental (o
óleo de amêndoas é um excelente hidratante), assim como o uso de um bom
condicionador para as pontas (nunca coloquem condicionador na raiz, pois
provoca uma maior oleosidade, uma produção de sebo e, em casos extremos, o
aparecimento de caspa). E é também verdade que, na maior parte das vezes, é só
preciso ter bom senso – por exemplo, não usar o alisador de cabelo quando este
está molhado e/ou húmido, pois pode queimá-lo e parti-lo com extrema facilidade,
ou usar um elástico que não o parta nem o embarace - e saber fazer as melhores
escolhas, sempre de forma informada e responsável.
Texto : www.zaask.pt
Fonte
da imagem: Pinterest
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Curiosidades sobre maquiagem
Para a maquiagem durar mais tempo, antes de passá-la, passe uma pedrinha de gelo envolta em gaze, o gelo fecha os poros e faz com que a maquiagem dure mais tempo.
De preferência às bases líquidas ou cremosas, pois ressecam menos a pele. Para espalhar melhor, use uma esponja umedecida em água. Aplique uma base mais clara que a sua pele na testa, porque isso suaviza os traços e ilumina o rosto! Fica muito fashion.
Você sabia que os corretivos com tom levemente esverdeado corrigem melhor olheiras e espinhas?
Use rímel apenas nos cílios superiores, para não carregar o visual. Se o rímel estiver ressecado, pingue algumas gotas de soro fisiológico, assim ele poderá ser usado mais algumas vezes.
Se você for morena, abuse das maquiagens nos tons laranja e pêssego!
Quanto mais natural a maquiagem da boca, mais bonita ficam os traços, uma dica é fazer um contorno com lápis de cor muito próximo dos lábios; se você possui um dos lábios mais fino que o outro, basta reforçar o desenho da parte que se quer aumentar.
Outro truque eficiente para dar volume, é cobrir os cantos externos superiores e inferiores com batom mais escuro, fazendo um degradê até chegar no meio dos lábios com o tom mais claro, para juntar o degradê passe uma pincelada de gloss por cima.
Não use delineador se você tiver olhos pequenos, por que ele os diminui ainda mais!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
A Promessa do Anjo
Título: A
Promessa do Anjo
Autores: Frédéric
Lenoir e Violette Cabesos
Título original: La Promesse de L’Angle,
Éditions Albin Michel 2004
Tradução:
Catarina Rocha Lima
Editora: Difel 82
- Difusão Editorial, Fevereiro 2006
Páginas: 438
Sinopse:
Mortes, Rituais, Segredos Milenares, Amores Proibidos, ao
longo de uma história que perdurou no tempo…
Uma rocha na costa da Normandia açoitada pelas tempestades, um lugar de cultos primitivos celtas que foi santificado pelos primeiros cristãos: o Mont-Saint-Michel ainda não revelou todos os seus segredos. No início do século XI, os construtores de catedrais ergueram em honra do arcanjo Miguel, guia das almas ao Além, uma enorme abadia.
Mil anos mais tarde, Johanna, uma jovem arqueóloga apaixonada pela Idade Média e encarregue de levar a cabo escavações na célebre abadia beneditina, encontra-se prisioneira de um enigma no qual passado e presente se unem de forma estranha.
Mortes rituais, segredos milenares, amores proibidos do passado que renascem impetuosos no presente. A jovem arqueóloga tem de percorrer um caminho de volta ao passado, que a situa perante uma história que perdurou no tempo à espera do desenlace final, enquanto uma voz nos seus sonhos lhe repete: «Há que escavar na terra para aceder ao céu.»
Uma rocha na costa da Normandia açoitada pelas tempestades, um lugar de cultos primitivos celtas que foi santificado pelos primeiros cristãos: o Mont-Saint-Michel ainda não revelou todos os seus segredos. No início do século XI, os construtores de catedrais ergueram em honra do arcanjo Miguel, guia das almas ao Além, uma enorme abadia.
Mil anos mais tarde, Johanna, uma jovem arqueóloga apaixonada pela Idade Média e encarregue de levar a cabo escavações na célebre abadia beneditina, encontra-se prisioneira de um enigma no qual passado e presente se unem de forma estranha.
Mortes rituais, segredos milenares, amores proibidos do passado que renascem impetuosos no presente. A jovem arqueóloga tem de percorrer um caminho de volta ao passado, que a situa perante uma história que perdurou no tempo à espera do desenlace final, enquanto uma voz nos seus sonhos lhe repete: «Há que escavar na terra para aceder ao céu.»
Opinião:
Comprei este livro depois de uma amiga minha ter visitado o
tão afamado Mont-Saint-Michel e me ter encantado com todos os pormenores
aliciantes daquela visita, além dos segredos cravados em cada rocha daquele
catedral erguida num rochedo fustigado pelas tempestades, no século XI, em
honra do Arcanjo Miguel. Este foi sempre, através dos séculos, um local
sagrado. Desde o universo céltico pagão até ao cristianismo medieval, esteve
profundamente ligado a práticas mítico-religiosas.
O entusiasmo inicial não saiu defraudado porque esta é uma
obra super cativante que inevitavelmente teria de fazer parte da lista
literária da minha vida. Pois é, tal como temos uma banda sonora para cada
momento que passamos (eu pelos tenho J, achei por bem criar a
minha própria lista literária, da qual fazem parte os livros que mais me
marcaram nos últimos anos. E, este é um deles. Apaixonado por arqueologia e
pela história, juntei então o útil ao agradável e confesso que os autores
conseguiram mesmo transportar-me para aquele monumento sagrado, que só conhecia
através de imagens e de um postal que a minha amiga me trouxe daquela ilha
francesa.
Trata-se de uma história cativante, muito bem escrita, plena
de suspense, e que prende o leitor em cada página. Por isso não foi de estranhar
que tenha sido premiada com o “Prix des Maisons de la Presse 2004” e durante quase um ano
esteve no top de vendas em França.
A obra conta a história de Johanna, uma jovem arqueóloga
apaixonada pela Idade Média, que desde a infância ouve uma voz, nos seus
sonhos, que lhe diz: "Ad accedendum ad caelum, terram fodere
opportet" (Há que escavar na terra para aceder ao céu). Mil anos mais
tarde, é incumbida da missão de fazer escavações na abadia beneditina e fica prisioneira
de um enigma no qual o passado e o presente se unem de forma estranha, face a
mortes rituais, segredos milenares e amores proibidos que renascem no presente.
Este cenário inesperado acaba por obrigar a jovem arqueóloga a uma
retrospectiva no tempo e a perceber o porquê da célebre frase que sempre a
intrigou “há que escavar na terra para aceder ao céu”. Ou seja, e resumindo de
forma prática, colhemos aquilo que semeamos. Muito mistério e vários enigmas
por descodificar fazem deste um livro obrigatório para quem como eu adora a
história.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Tudo por inteiro
Quem me conhece sabe que não sou de metades. Por vezes até sou um pouco radical porque para mim é o tudo ou nada. Não gosto de meias palavras, meias verdades, coisas que ficam por dizer ou fazer. Gosto do agora, do momento, de agir, não suporto a estagnação, a rotina, o melodrama. Tudo por inteiro como eu costumo dizer para evitar mal-entendidos e, sobretudo, problemas desnecessários quando muitas coisas se resolvem através do diálogo, das opiniões sinceras, sem medo de represálias.
Gosto de quem defende aquilo em que acredita, que luta pelo que quer, que não deixa nada a meio, optando por dar um passo de cada vez, honrando a sua palavra e os compromissos assumidos.
Gosto de quem defende aquilo em que acredita, que luta pelo que quer, que não deixa nada a meio, optando por dar um passo de cada vez, honrando a sua palavra e os compromissos assumidos.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Gel duche Aloé Vera Ia - aprovado e recomendado
Não sei o porquê mas a pele do meu corpo ficou sensível e não aceita qualquer gel de banho. Desde que descobri o "Ia", Gel de banho com aloe vera, encontrei a solução que precisava. Até aí, e depois do banho, ficava com muita comichão pelo corpo todo, então decidi ir à farmácia e aconselharam-me este produto. Estou mesmo muito satisfeita e já não quero outro.
E o melhor é que como eu tenho o cartão "Farmácias de Portugal" desconto os pontos e trago o gel duche de borla...o preço dele também é barato porque uma embalagem com 750 ml custa pouco mais de 3€. Por isso, não é preciso comprar nenhum gel hipoalergénio, muito caro, porque aqui temos uma solução bem baratinha e com resultados garantidos.
Acreditem que quem, como eu, sofrer do mesmo problema de pele tem aqui um grande aliado e os vossos problemas acabam-se com a utilização deste produto. Talvez seja da sua composição, com o extrato de aloe vera, o certo é que tem um cheirinho magnífico, a pele fica cheirosa e nada de comichão. Que alívio!
Aprovado e recomendado!
Descrição do artigo
Gel de banho Aloe Interapothek (ia), embalagem de 750 ml
Gel de banho e duche formulado com Aloé Vera para a higiene diária. Limpa e protege a pele mantendo o seu equilibrio natural, proporciona hidratação, regenera e acalma as peles mais delicadas.
Composição: Aloé Vera
Uso recomendado: Aplicar sobre a pele previamente humedecida com uma massagem suave até fazer espuma. Enxaguar com água.
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Fazer o que se gosta é uma dádiva
A minha experiência de vida permite me afirmar que uma das velhas máximas não podia ser mais certeira: Fazer o que se gosta é uma dádiva. Ti...




